Meses de duração, risco de prisão perpétua e mais: tudo sobre o julgamento de P. Diddy, preso por tráfico sexual
Publicado em 5 de maio de 2025 às 10:38
Julgamento de P. Diddy começa na manhã desta segunda-feira (05).
Meses de duração, risco de prisão perpétua e mais: tudo sobre o julgamento de P. Diddy, preso por tráfico sexual P. Diddy: julgamento começa nesta segunda-feira (05), em Nova York P. Diddy está preso há quase 8 meses P. Diddy enfrenta acusações de exploração sexual, transporte de pessoas para fins de prostituição, além de atos de sequestro, suborno e violência Julgamento de P. Diddy: a primeira etapa é a escolha do júri, processo que pode durar vários dias

O julgamento de P. Diddy começa nesta segunda-feira (05), em Nova York. Um dos maiores magnatas da música mundial está preso há quase 8 meses e enfrenta acusações de exploração sexual, transporte de pessoas para fins de prostituição, além de atos de sequestro, suborno e violência.

Os trabalhos tiveram início por volta de 9h30 no horário de Brasília. A primeira etapa é a escolha do júri, processo que pode durar vários dias. A expectativa é que as declarações iniciais dos advogados e os primeiros depoimentos aconteçam apenas na próxima semana.

No texto de 17 páginas levado aos tribunais, Diddy é acusado de usar sua influência, além de funcionários de seus muitos negócios, para criar um sistema violento de tráfico sexual e uma conspiração de extorsão. O rapper enfrenta acusações de estupro de mais de 100 pessoas, entre mulheres, homens e menores de idade. Os crimes aconteceram nas últimas duas décadas.

A defesa de Diddy alega que ele é inocente e que todos os atos sexuais que aconteciam em suas festas eram consensuais. O rapper chegou a recusar um acordo judicial oferecido pela promotoria.

No total, o julgamento tem duração estimada de oito semanas. Diddy pode ser condenado à prisão perpétua.

COMO ERAM AS FESTAS ORGANIZADAS POR P. DIDDY?

As festas de Diddy conhecidas como “freak-offs” estão no centro da prisão do rapper. Segundo a investigação, eram nesses eventos que aconteciam estupros. Muitos profissionais do sexo foram drogados com substâncias como ecstasy e cetamina para não conseguir reagir às violências, eram filmados sem consentimento e as imagens eram utilizadas para posteriores chantagens e ameaças.

Pessoas próximas a Diddy indicam que havia diferentes níveis de hierarquia entre os convidados e existiam áreas exclusivas onde as situações criminosas aconteciam - ou seja, nem todos os participantes tinham acesso a tal local.

Algumas pessoas chegaram a ser atraídas com promessas de dinheiro e até de contratos musicais. As vítimas eram mantidas em situação de cárcere até que Diddy se sentisse satisfeito. Quem não cumpria as ordens dele sofria agressões físicas.

Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
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P. Diddy
P. Diddy
Incêndio de carro, arrombamento e mais: P. Diddy transformou a vida deste rapper em um inferno - e ele jogou tudo no ventilador!
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